domingo, 30 de maio de 2010


Quero agradecer este prémio especial ao Nelson Santos, do "Educação Especial: Um grito de Mudança" e também as suas palavras deixadas no seu espaço.

Eu vou quebrar as regras e não vou oferecê-lo a ninguém especial porque são muitos aqueles que fazem do meu Tatuagens o lugar que é, e são muitos os que o merecem pela dedicação a cada um dos seus espaços.

Quero também deixar-vos um agradecimento muito grande pelo vosso carinho, que eu sinto em cada uma das vossas palavras e dizer que vou ausentar-me por uns tempos...até eu achar que me encontro em condições de voltar! Preciso deste tempo...

Contudo, este espaço continua a ser meu e vosso, e estarei sempre por aqui!

Até um dia destes!....

domingo, 9 de maio de 2010

As nossas "pastas" jamais esquecerão



Senhor Jesus Cristo:

No momento solene em que nos despedimos da universidade

aqui Vos pedimos perdão para as nossas faltas

e vos agradecemos a vida, a alegria e a luz, que durante estes anos de Vós recebemos.

Na vossa presença recordamos os professores,


os funcionários, os colegas e os amigos, vivos e os


que já partiram, com quem durante estes anos convivemos.


Pedimos, Senhor, a vossa bênção


para esta vida que vamos deixar


e que as nossas "pastas" jamais esquecerão.


Senhor Jesus Cristo:


À luz da vossa palavra e da vossa graça,


queremos, como irmãos,


modelar o nosso presente e o nosso futuro,


a família, a profissão, a sociedade.


Por isso, na presença da Virgem Santa Maria,


queremos, consciente e livremente,


consagrar-nos a Vós.


Consagramos a nossa profissão, a nossa inteligência,


a nossa energia, o futuro, a nossa vida.


Senhor Jesus Cristo:


Fortalecidos pela graça do Espírito Santo,


esperamos ser fiéis à Santa Igreja


pelo testemunho da nossa palavra e das nossas obras,


para louvor e glória de Deus Pai.

Amém.


Oração orada pelos estudantes na Missa de Finalistas (08/05/2010)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Blog de ouro


Agradeço à Luz pela lembrança.
Sem querer quebrar as regras, passo cumprir:
1. Por que acha que mereceu este prémio?
Bem, na verdade acho que o mereço porque sou especial...e nada convencida! :)
Agora a sério, mereci o prémio porque assim a Luz o achou. A Luz tem, de facto, uma sensibilidade muito grande e um carinho muito especial... Muito obrigada Luz.
2. O Blogue que o indicou merecia o Prémio Blog de Ouro?
Claro que sim, sem dúvida alguma! O blog Átomo Vida é um blog de Ouro e a sua autora é uma Pérola.
E agora passo a nomear 10 blogues de ouro:

sábado, 24 de abril de 2010

Amar



Neste momento
Em que as lágrimas me correm
Pelas faces abaixo,
Sinto-me perdida num rio
Sem leito, sem margens, incessante.
São nestes momentos frios e pesados
Que afogamos as nossas mágoas,
Os nossos desgostos.
Mas não estou verdadeiramente triste
Por te amar sem ser amada,
Porque sei, porque tenho a certeza
De que amo por mim e por ti.

96/05/23

sábado, 17 de abril de 2010


Pintei os meus olhos de verde para ser inspiração a Camões.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mais um prémio

Agradeço à minha querida Luz, por mais esta lembrança.
E ofereço a todos os que passam pelo meu Tatuagens que o queiram levar, em especial aos blogs que menciono abaixo:
Clips de Vidro
Sair das Palavras
A traição do eu
Foi desse jeito que ouvi dizer
Desabafos de parede
Instantes do pensamento

terça-feira, 30 de março de 2010



um dia quando a ternura for a única regra da manhã


um dia, quando a ternura for a única regra da manhã,
acordarei entre os teus braços. a tua pele será talvez demasiado bela.
e a luz compreenderá a impossível compreensão do amor.
um dia, quando a chuva secar na memória, quando o inverno for
tão distante, quando o frio responder devagar com a voz arrastada
de um velho, estarei contigo e cantarão pássaros no parapeito da
nossa janela. sim, cantarão pássaros, haverá flores, mas nada disso
será culpa minha, porque eu acordarei nos teus braços e não direi
nem uma palavra, nem o príncipio de uma palavra, para não estragar
a perfeição da felicidade.



in A criança em ruínas

de José Luís Peixoto

segunda-feira, 29 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

Insólito


No mínino insólito. Dois estudantes "erasmus" da Universidade do Minho, de nacionalidade alemã, lançaram ontem, quarta-feira, e segundo dados da Polícia de Segurança Pública de Braga, mais de 150 euros de uma janela de um terceiro andar em plena Avenida da Liberdade.
O estranho "ritual" germânico, confirmado pela PSP, foi a forma encontrada pelos dois estudantes alemães de celebrarem a conclusão do "erasmus" em Portugal e, também, o fim dos seus estudos.
"Eu ia a passar na rua e vi as pessoas a correr e a olhar para o ar, ao mesmo tempo que gritavam que caíam notas de cinco euros de uma janela", relatou uma testemunha que passava no local.
Mas não foram só notas de cinco euros que começaram a cair da janela da habitação onde residiam os estudantes "erasmus". "Quando dei por ela vi uma nota de 20 e outra de 10 a voar", explicava outra testemunha.
O insólito acontecimento, que juntou centenas de pessoas "à caça das notas", ocorreu por volta do meio-dia, sendo que Polícia foi chamada ao local para restabelecer a ordem pública. A PSP de Braga confirmou, ao JN, que apenas identificaram os estudantes alemães da UM e que os impediram de continuar a lançar notas pela janela.
Presas em varandas
Algumas das notas ficaram presas em varandas, o que prolongou a concentração das pessoas em plena Avenida da Liberdade até às duas horas da tarde, originando, inclusive, o arremesso de sapatos às notas presas nas varandas das habitações vizinhas de onde foram lançados os euros.
Apesar da insistência, os alunos recusaram-se a prestar declarações, não abrindo a porta. No entanto, às autoridades terão argumentado que esta é uma forma usual de os alemães festejarem a conclusão do curso.
Seja como for, os transeuntes que lograram apanhar alguma das notas lançadas manifestavam a sua satisfação: "Era bom ter esta chuva todos os dias".


in Jornal de Notícias 18/03/2010

domingo, 7 de março de 2010

"O Norte está à procura de identidade"


"Maria Amélia Cupertino de Miranda, presidente da Fundação António Cupertino de Miranda, acredita que os museus, desde que inseridos nas respectivas comunidades, podem desempenhar papel importante na dinâmica da região.
É com um entusiasmo incontido que fala sobre os novos projectos da Fundação António Cupertino de Miranda (FACM), instituição portuense com 46 anos de vida apostada em concretizar a conhecida premissa de "pensar global, agir local".
Cada vez mais, o trabalho em rede junto de escolas, universidades e colectividades do Porto ocupa o centro de actividades da FACM, com o objectivo de esbater desigualdades. Tarefa árdua, ou não fosse a exclusão, como confidencia a presidente do conselho de administração, Maria Amélia Cupertino de Miranda, "uma realidade multidimensional" que exige mais do que intervenções pontuais.
Um dos planos mais ambiciosos em curso decorre no Museu Papel Moeda, espaço da Fundação, e tem como objectivo uma cooperação estreita com as freguesias vizinhas (como Nevogilde, Aldoar, Foz do Douro, Ramalde e Lordelo do Ouro) nas áreas de acção educacional, cultural e social.
Em parceria com a Secção de Museologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a "Cupertino de Miranda" está a adequar a programação museológica às necessidades dos utentes locais, com os jovens no topo das prioridades.
Também os invisuais não foram descurados na estratégia adoptada. A tal ponto que o Museu do Papel Moeda é um dos raros espaços museológicos nacionais totalmente equipados para invisuais, fruto de uma parceria com a ACAPO.
Ao actuar junto de públicos carenciados ou com necessidades especiais, a FACM enfrentou dificuldades acrescidas, até porque, como confessa a responsável, "as pessoas não estão habituadas a que lhes ofereçam algo". Todavia, a adesão crescente registada fez ver aos mentores que estão no caminho certo.
"Os museus devem ser recursos do conhecimento, complementando a escola. Além disso, podem ser campos interessantes de investigação", sustenta, ao mesmo tempo que defende a existência de serviços educativos fortes."
in "Jornal de Notícias" 07 de Março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Alice no País das Maravilhas voltou!


Quem não se lembra da "Alice no País das Maravilhas"? A história fantástica de uma menina que cai na toca de um coelho e vai para a um lugar fantástico habitado por criaturas peculiares, criada por Lewis Carrol e considerada um clássico inglês.
Uma das interpretações diz que a história representa a adolescência, com uma entrada súbita e inesperada (a queda na toca do coelho, iniciando a aventura, as diversas mudanças de tamanho e a confusão que isso causa em Alice, ao ponto de ela dizer que não sabe mais quem é após tantas transformações).
Também é possível dizer que a obra faz referências a questões de lógica e à matemática, matéria que Carroll lecionava. Daí a ser, às vezes, de difícil compreensão.
«Alice no País das Maravilhas» voltou! E chega amanhã aos cinemas numa nova versão realizada por Tim Burton.
A pequena Alice, já não tão pequena, vai regressar ao País das Maravilhas com 19 anos, onde irá reencontrar os seus antigos amigos o Coelho Branco (Michael Sheen), Lagarta Absolem (Alan Rickman), Tweedledee e Tweedledum (Matt Lucas), o Gato Cheshire (Stephen Fry) e irreverente Chapeleiro Louco (Johnny Depp). Entretanto a Rainha Vermelha (Helena Bonham-Carter) ascendeu ao poder e toda a esperança numa mudança concentra-se na pequena Alice.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"Escrita finta deficiência"


"Adriana Ferreira, com 16 anos e de raízes humildes, dribla assim através das letras no computador a sua paralisia cerebral, ajuda economicamente a família e promove a inclusão.
"Não me imaginava como escritora, foi de repente, na escola apoiaram-me muito. Oxalá o livro sirva de exemplo aos que têm dificuldades idênticas às minhas, pois quando era pequena a aceitação social foi bastante difícil", diz ao JN a aluna de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade, na Escola Secundária de Barcelos.
O seu livro de estreia fala de um cão rejeitado pelo irmão, que quer sair de casa por recusar viver com o dálmata sem pintas. Foi co-escrito com a docente de ensino especial Eugénia Carvalho, do Agrupamento Braga Oeste, ilustrado pela educadora Anabela Marta e com grafismo da docente de TIC Hélia Lima. A edição de autor de mil unidades foi paga com receitas de uma festa dos escuteiros de Martim, terra da autora.Face à procura foi lançada a segunda edição da obra, que culmina três anos do projecto Superar Barreiras. Aí, os estudantes abordaram por exemplo as barreiras humanas e arquitectónicas, enviando até a lista de falhas à DREN, Câmara e Estradas de Portugal, que agiram de imediato. Percebeu--se ainda que a mochila no chão prejudica o colega invisual, o surdo tem de pedir no bar por escrito ou, na biblioteca, a falta de volumes em braille e prateleiras altas atrapalham invisuais e deficientes motores.
"A comunidade sensibilizou-se e a Adriana, antes incomodadíssima com a diferença, viu que a cadeira de rodas é um detalhe; tem forte auto-estima, talento, boas ideias e desbravou mentalidades e barreiras, sobretudo sociais", anuiu Eugénia Carvalho. "Estou orgulhosa, nunca pensei que a minha filha fosse tão longe", reagiu Esmeralda Cardoso."


in "Jornal de Notícias" 22 de Fevereiro de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

"A poesia é sobretudo um risco"

"Quintas de Leitura", no Porto, celebram 100ª edição amanhã, quinta-feira. Êxito do ciclo surpreende até o mentor

Ontem
SÉRGIO ALMEIDA

Em oito anos, tornaram-se uma referência incontornável do roteiro cultural portuense, com um público fiel e numeroso, sempre a crescer.
As "Quintas de Leitura", no Teatro do Campo Alegre, chegam amanhã à centésima edição e querem celebrar a data a preceito.
Surgiram em plena ressaca da Porto 2001, quando ainda subsistia a esperança de que a elevada quantidade de eventos da Capital Europeia da Cultura poderia ter continuidade. O desânimo que não tardou a instalar-se entre as hostes culturais da cidade em nada perturbou João Gesta, programador das "Quintas de Leitura" desde a primeira hora, que traçou logo nessa altura os objectivos: criar um ciclo de poesia com entrada paga em que os espectadores teriam acesso ao trabalho de criadores consagrados e emergentes não apenas na poesia, mas também noutras linguagens artísticas, da música, à dança, passando pelo vídeo e fotografia.
"O sucesso surpreendeu-me, quanto mais não fosse porque estamos a falar de regras ambiciosas. Pagar para assistir a espectáculos de poesia não era um hábito enraízado em Portugal", reconhece Gesta, que afirma dever tudo sobre a sua função a Joaquim Castro Caldas, o poeta responsável durante anos pelas célebres noites do Café Pinguim.
"Ciclo de boa saúde"
Primeiro no café-teatro e mais tarde no auditório do Teatro do Campo Alegre, o ciclo não tardou a sedimentar o seu prestígio, graças ao que João Gesta considera ser "uma mescla equilibrada" entre autores já renomados e outros a caminho disso.
"O ciclo continua de boa saúde ao fim deste tempo todo. As bases estão consolidadas, mas é preciso também oferecer às pessoas propostas inusitadas e surpreendentes. A poesia é sobretudo um risco", sintetiza João Gesta.
A frequência da participação de autores como Valter Hugo Mãe, José Luís Peixoto e Gonçalo M. Tavares não tem isentado os organizadores de críticas quanto à repetição de fórmulas. João Gesta discorda do reparo, frisando que cada participação de um dos referidos autores equivale a um novo espectáculo, com outros intervenientes e protagonistas.
"Além disso, é o público que exige a sua presença. No dia seguinte à presença do José Luís Peixoto, por exemplo, há pessoas que ligam para o teatro a perguntar quando será a sua próxima vinda", confessa.
Eleger momentos marcantes em 99 edições é tarefa árdua, à qual Gesta, porém, não se furta, destacando o momento em que Rui Reininho simulou atirar para a assistência um recipiente cheio de urina que, afinal, era chá... "Aquilo poderia ter acabado mal", sorri o mentor do evento, patrocinado pela Fundação Ciência e Desenvolvimento, que confessa jamais ter sentido pressões para convidar determinados autores. "No momento em que isso acontecesse, cessava funções", diz.
in Jornal de Notícias, 24 de Fevereiro de 2010

Não vamos esquecer...Madeira!


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Outra vez a Estrela...

Desta vez meteu o focinho na areia, a minha maluca!